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Indústria naval renasce das cinzas, por Luiz Inácio Lula da Silva
27/06/10
* Por Luiz Inácio Lula da Silva
A indústria naval brasileira chegou a ser a segunda maior do mundo, empregando, em 1979, 39 mil trabalhadores. Nas décadas seguintes, quando os navios e plataformas de exploração passaram a ser importados, o setor começou a definhar até quase virar pó, com o número de empregados caindo para 1,9 mil, no ano de 2000. Hoje, no entanto, a indústria naval está renascendo das cinzas. O setor já superou em muito o número de empregados da época áurea, empregando atualmente 46,5 mil trabalhadores.
Esta reviravolta fantástica está sendo proporcionada sobretudo pelo Programa de Modernização e Expansão da Frota da Transpetro (Promef), um dos principais projetos do PAC. As encomendas do Promef somam 49 navios de grande porte. As premissas do Promef são de que os navios devem ser construídos no Brasil e com índice de nacionalização de 65% na primeira fase e de 70% na segunda, além da exigência de que sejam competitivos internacionalmente.
No mês passado, nós participamos do lançamento ao mar do primeiro navio concluído: o João Cândido, construído pelo Estaleiro Atlântico Sul, em Pernambuco, com 274 metros de comprimento, duas vezes e meia a distância de uma trave à outra do campo do Maracanã. Na última quinta-feira, o segundo navio, o Celso Furtado, foi lançado ao mar no Estaleiro Mauá, em Niterói, no Rio de Janeiro. Nós estamos resgatando uma tradição cara ao nosso país, uma vez que este estaleiro foi fundado em 1846 pelo Barão de Mauá, pioneiro da indústria naval e do desenvolvimento industrial do nosso país.
A grande maioria dos trabalhadores do Atlântico Sul ganhava a vida como pescador, cortador de cana ou doméstica. Todos eles receberam formação em três fases, até a qualificação final para as atividades de soldador, caldeireiro, mecânico, montador e pintor. Não há nada que pague ver a expressão de felicidade estampada no rosto dos trabalhadores, pessoas que jamais imaginaram que um dia seriam capazes de construir um verdadeiro monumento, como é o navio João Cândido.
A retomada da indústria naval é irreversível. Além das encomendas atuais, não é difícil imaginar quantas encomendas serão geradas com o início da exploração do pré-sal. Além da revitalização dos antigos estaleiros e da construção, por exemplo, do Atlântico Sul, o Estaleiro Aliança, de Niterói, vai construir uma nova unidade em São Gonçalo (RJ); o Estaleiro Rio Grande, em Rio Grande (RS), construirá oito cascos de navios-plataforma para a Petrobras, e o grupo Wilson Sons anunciou, na semana passada, a construção de outro estaleiro na mesma cidade. Outros quatro serão instalados no país, para atender à demanda crescente: Paraguaçu, na Bahia, Eisa, em Alagoas, Promar, no Ceará ou Pernambuco, e Corema, em Manaus. Os reflexos desta verdadeira explosão da indústria naval estão se espraiando por toda a economia e beneficiando, direta ou indiretamente, todos os brasileiros.
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Bullying - Uma prática a combater.
28/05/10
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Pausa nas sanções contra o Irã!
25/05/10
Pausa nas sanções contra o Irã
*Por Tomás Rosa Bueno
Os EUA não acreditavam que a Turquia e o Brasil fossem capazes de fazer o Irã concordar com o acordo que *os Estados Unidos* tinham proposto no ano passado, e incentivaram os turcos e brasileiros a fazer papel de tontos indo ao Irã sem conseguir nada. Quando o acordo saiu, contra todas as expectativas deles, em vez de transformar o vexame em vitória dizendo que o Irã tinha sido forçado a aceitar uma proposta que afinal *os americanos* tinham feito, não, resolveram se fazer de espertos e durões e exigir mais. A Hllary mandou os negociadores dela abrirem as pernas para os russos e chineses concordarem com *qualquer* projeto de sanções contra o Irã, mesmo que não valesse nada, pra que ela pudesse sair por aí dizendo que “o Ocidente” tinha enviado um “recado inequívoco” ao Irã, e que o acordo BIT não valia nada.
Os russos e os chineses devem estar rindo dela até agora. Assinaram um papel sem valor, porque não só não tem nada significativo como sequer foi aprovado pelo CS, e em troca a Rússia conseguiu que os EUA tirassem da lista negra do Departamento de Estado três empresas russas, que vão agora poder entregar aos Irã os mísseis S-300 de que os iranianos precisavam para defender as instalações nucleares contra um possível ataque aéreo de Israel ou dos Estados Unidos, ou dos dois. E os chineses arrancaram dos americanos a promessa de que não vão ter mais de ficar ouvindo reclamações impertinentes e exigências descabidas sobre a taxa de câmbio do remimbi.
O Obama ainda mandou ao Golfo Pérsico um porta-aviões e seis mil marines, para reforçar o “recado inequívoco” ao Irã.
Não adiantou nada. A “comunidade internacional” que estaria majoritariamente contra os “párias” iranianos que só o Lula e o Erdogan “apoiavam” foi se desmiliguindo país a país. Os chineses que “apoiavam as sanções” declararam que davam preferência a uma solução negociada com base no acordo BIT, os russos alertaram os EUA e a UE contra sanções unilaterais “ilegais”, os 116 países do Movimento Não-Alinhado apoiaram o acordo, o Conselho de Cooperação do Golfo e a Liga Árabe apoiaram o acordo, a França desconversou (dizendo que o acordo era “bom”, mas “não trata todas as questões”; e o Sarkozy aproveitou pra falar dos Rafale com o Lula), os britânicos não disseram uma única palavra sobre o assunto, o Japão apoiou o acordo na cara da Hillary em Tóquio, a Índia, Portugal, Espanha, a Grécia, o Egito, a Jordânia, a Síria, a Indonésia, a Organização de Cooperação Islâmica, a África do Sul, o rei da Noruega, os “stãs” todos da Ásia Central, a Armênia, a Nicarágua, El Salvador, o Vietnã e a Ucrânia, todos se alinharam no apoio ao acordo BIT. E o representante do Irã na AIEA, acompanhado dos representantes do Brasil e da Turquia, entregou hoje ao diretor da agência a carta em que o Irã se compromete oficialmente com os termos do acordo.
Os EUA, Israel e a Alemanha ficaram pendurados na brocha, clamando que “a comunidade internacional” estava atrás deles. Só se for atrás do couro dos três.
Resultado, segundo o Ha’aretz:
EUA vão examinar proposta iraniana de troca de combustível
Natasha Mozgovaya e DPA
Os Estados Unidos vão examinar a proposta iraniana de enviar urânio enriquecido à Turquia, e planejam consultar a França e a Rússia sobre os próximos passos a serem dados, informou na segunda-feira o Departamento de Estado americano.
O Irã, juntamente com o Brasil e a Turquia, entregou na manhã de segunda-feira ao órgão de vigilância nuclear da ONU sediado em Viena, a Agência Internacional de Energia Atômica, a carta que esboça o acordo que pretende aliviar preocupações sobre as atividades nucleares iranianas e afastar possíveis sanções.
Não podiam ter dito isto há uma semana? Não podiam ter-se poupado o vexame de comprar uma assinatura sem efeito num papel sem valor em troca de favores substanciais aos russos e chineses? Não podiam ter dado ao mundo uma demonstração de que de fato procuram uma saída pacífica para o problema que eles mesmos criaram?
Definitivamente, tem um bando de amadores no controle do maior arsenal nuclear do mundo.
À uma da manhã aqui no sul gelado, o site noticioso chinês english.cri.cn deu a notícia: em uma declaração oficial sobre uma conversa telefônica entre o primeiro ministro turco Recep Erdogan e o presidente francês Nicolas Sarkozy, o Palais de l’Élysée anunciou que a França “vai dar um tempo ao diálogo” sobre a questão nuclear iraniana.
Ás cinco da manhã, outra boa notícia: mais um aliado de peso se somou ao Brasil: o México, que vai presidir o Conselho de Segurança em junho, mês que as sanções *seriam* votadas, se os EUA ainda tiverem a cara-de-pau de as submeter a votação, correndo o risco de um vexame.
A ministra de relações exteriores mexicana, Patricia Espinosa, ainda acrescentou que “a presença do presidente brasileiro Luis Inácio Lula da Silva no Irã garante a seriedade da questão”. E isto que ela é ministra de um governo “de direita”.
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Governo Lula é enaltecido por jornal americano
12/04/10
Em janeiro de 2010 o periódico americano THE ECONOMIST publicou uma análise comparativa entre os governos FHC e Lula. Como podemos observar no gráfico apresentado é grande a vantagem para o Metalúrgico Presidente. Isto se dá pelo acerto da política implementada no Brasil nestes últimos sete anos. Lula trabalhou o desenvolvimento econômico subordinado ao desenvolvimento social brasileiro. Inverteu a lógica perversa em que a população sempre pagava o preço alto das más políticas econômicas implementadas. O País hoje tem credibilidade externa e interna. A auto-estima dos brasileiros aumentou e a confiança no presente e futuro da nação é uma realidade. Programas de consolidação econômica, ambiental e social são uma constante no Governo Lula. Uma revolução serena e silenciosa caminha a passos largos com os filhos do povo brasileiro. Lula entendeu que era preciso alavancar o processo educacional brasileiro para que as conquistas atingidas até aqui tivessem uma vida longa. Elevação de escolaridade, oportunidades de acesso as Universidades brasileiras, capacitação através das escolas técnicas e recursos destinados a pesquisa e inovação tecnológica estão proporcionando um salto qualitativo na formação da nossa sociedade. Um olhar holístico de um trabalhador, filho do povo, fez com que os olhos do mundo se voltassem para este novo jeito de ser e fazer política no Brasil. Que a comparação do THE ECONOMIST nos faça perceber que não é hora para retrocessos e aventuras. É hora de consolidar e garantir as conquistas do povo brasileiro. Contra fatos concretos não há argumentos. Veja os números:
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SITUAÇÃO DO BRASIL ANTES E DEPOIS, SEGUNDO THE ECONOMIST
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ITENS
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NOS TEMPOS DE FHC
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NOS TEMPOS DE LULA
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Risco Brasil
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2.700 pontos
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200 pontos
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Salário Mínimo
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78 dólares
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210 dólares
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Dólar
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R$ 3,00
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R$ 1,78
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Dívida FMI
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Não mexeu
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Pagou
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Indústria naval
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Não mexeu
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Reconstruiu
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Universidades Federais Novas
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Nenhuma
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10
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Extensões Universitárias
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Nenhuma
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45
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Escolas Técnicas
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Nenhuma
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214
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Valores e Reservas do Tesouro Nacional
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185 Bilhões de Dólares Negativos
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160 Bilhões de Dólares Positivos
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Créditos para o povo/PIB
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14%
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34%
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Estradas de Ferro
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Nenhuma
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3 em andamento
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Estradas Rodoviárias
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90% danificadas
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70% recuperadas
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Indústria Automobilística
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Em baixa, 20%
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Em alta, 30%
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Crises internacionais
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4, arrasando o país
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Nenhuma, pelas reservas acumuladas
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Cambio
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Fixo, estourando o Tesouro Nacional
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Flutuante: com ligeiras intervenções do Banco Central
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Taxas de Juros SELIC
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27%
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11%
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Mobilidade Social
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2 milhões de pessoas saíram da linha de pobreza
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23 milhões de pessoas saíram da linha de pobreza
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Empregos
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780 mil
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11 milhões
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Investimentos em infraestrutura
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Nenhuma
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504 Bilhões de reais previstos até 2010
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Mercado internacional
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Brasil sem crédito
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Brasil reconhecido como investment grande
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O Brasileiro aprendeu com Lula que a estabilidade econômica, o controle da inflação, a política de investimento público e a distribuição de renda para as pessoas mais pobres são as quatro condições sem as quais nenhum país dará certo; são as quatro condições fundamentais para que os país continue crescendo, gerando empregos e distribuindo renda.
Lula e Dilma têm afirmado em seus discursos que o Brasil conseguiu vencer a crise por causa do talento, do esforço e da sensibilidade dos brasileiros. E porque o País soube fazer as escolhas certas. A mais importante delas foi escolher um modelo de desenvolvimento que junta crescimento econômico sustentável e distribuição de renda. Ou seja, mais Brasil para mais brasileiros. Dito de outra forma: os fundamentos que nos fizeram vencer a grave crise internacional são os mesmos que estão nos fazendo vencer a desigualdade, a pobreza e a injustiça. O mesmo modelo que venceu a crise foi o que permitiu; outros números que não estão no quadro acima, em apenas sete anos, a geração de 12 milhões de empregos com carteira assinada, fez com que 20 milhões de brasileiros entrassem na classe média e 31 milhões saíssem da faixa de pobreza absoluta, ajudando a formar um dos mercados internos mais dinâmicos do mundo. O mesmo modelo que venceu a crise foi o que permitiu que o Luz para Todos chegasse a quase 11 milhões de pessoas no campo. E que o Bolsa Família beneficiasse mais de 12 milhões de famílias pobres. O mesmo modelo que venceu a crise é o que está garantindo a construção de 214 escolas técnicas, 12 universidades e mais de 100 extensões universitárias em cidades do interior, no mais curto período da história. Permitiu, ainda, que o ProUni desse 596 mil bolsas nas universidades para alunos pobres e que mais que dobrássemos o acesso às universidades federais, criando 138 mil novas vagas. O mesmo modelo que venceu a crise foi o que permitiu a implantação do PAC, do Pré-sal e do Minha Casa, Minha Vida, três dos maiores programas do mundo em obras e benefícios, que estão gerando milhares de empregos no presente e vão gerar milhões no futuro. Por tudo isso, temos a grande responsabilidade histórica de fazer com que estas conquistas avancem ainda mais. E só podemos garantir isso com muito esforço, muito trabalho e com atenção plena, fazendo as escolhas corretas e tomando as decisões certas, nas horas certas.
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03/02/10
Entre os muitos pedidos feitos à Rainha das Águas no último dia 2, o de um ano com muita a paz e amor foi o mais citado entre os mais de 200 mil fiéis que foram exaltar Iemanjá no balneário Cassino, em Rio Grande (RS).
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1303 campanha e meio ambiente
De nada adianta os candidatos fazerem promessas de comprometimento com o meio ambiente se este cuidado não é tomado desde o momento da campanha. Por isso, estamos desde já preocupados com a preservação do ambiente em que vivemos%u201D, destaca Dirceu Lopes.

Lauro Kist
02/08, Vice-Presidente da APIVA

Olívio Dutra
06/07, Ex-Governador do RS e Ministro das Cidades

Selvino Heck
06/07, Assessor Especial do Presidente da República Da Coordenação nacional do Movimento Fé e Política
Endereço do Gabinete:
Rua General Neto - 373 - Centro
Rio Grande/RS
Telefone:53 8113 3418