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Informações do dia

09/06/10 em assessoria de imprensa

 

*Inflação oficial de maio é a menor do ano, diz IBGE
A inflação calculada pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) perdeu força em maio, e ficou em 0,43%. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a taxa é a menor para um mês este ano. Em abril, ficara em 0,57%. Este resultado do indicador utilizado nas metas de inflação do governo brasileiro é o menor do ano.
A desaceleração foi puxada principalmente pela diminuição na alta dos preços do grupo Alimentos e Bebidas, que subiu 0,28% no mês passado após taxa de 1,45% em abril. No entanto, as refeições fora de casa subiram 1,15% e contribuíram com 0,05 ponto percentual no mês.
De acordo com o IBGE, "condições climáticas desfavoráveis constituíram-se nas principais causas da alta, que já acumula 5,48% de janeiro a maio, bem mais do que em todo o ano de 2009, que fechou com os alimentos em 3,18%". No acumulado do ano, o feijão carioca apresenta alta de 77%, a batata inglesa de 57% e o leite pasteurizado de 23%.
*Mega-Sena sorteia R$ 22 milhões nesta quarta
A Mega-Sena pode pagar, nesta quarta-feira (9), o prêmio de R$ 22 milhões para quem acertar as seis dezenas da loteria. O sorteio do concurso 1.186 acontece às 20h (horário de Brasília). As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), em todas as lotéricas do país. A aposta mínima custa R$ 2.
De acordo com a Caixa Econômica Federal, aplicado na poupança, o prêmio renderia cerca de R$ 110 mil por mês. Com o prêmio também seria possível comprar dois prédios inteiros, cada um com 11 andares e cinco apartamentos por pavimento, considerando unidades de R$ 200 mil.
Dezenas mais sorteadas
Ainda segundo a Caixa, as dezenas mais sorteadas na Mega-Sena, até o concurso 1.185, foram: 05, 33 e 41. Já os números que menos apareceram foram 09, 39 e 26.
 
*Conselho de Segurança da ONU vota hoje novas sanções contra o Irã
O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) vai se reunir nesta quarta-feira (9), em Nova York, para votar o pacote de sanções proposto pelos Estados Unidos contra o Irã.
Vai ser a quarta rodada de medidas para tentar coibir o programa nuclear iraniano, que, segundo EUA, França, Rússia, Alemanha e China, teriam como objetivo a fabricação de armas. O Irã nega e diz que o programa tem apenas fins civis.
A secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, disse nesta terça-feira (8) que a nova rodada de sanções da ONU contra o Irã é a "mais significante" que o país já enfrentou. A declaração foi feita em Quito, no Equador.
O embaixador mexicano na Organização das Nações Unidas (ONU), Claude Heller, atual presidente do Conselho de 15 nações, disse a repórteres que a reunião irá ocorrer às 11h desta quarta-feira, após ter sido fechado um acordo sobre a lista dos alvos das sanções.
O texto estabelece que o Irã não poderá investir no exterior em certas atividades sensíveis, como minas de urânio, e que os navios iranianos poderão ser inspecionados em alto mar. O projeto proíbe também a venda ao Irã de oito novas categorias de armamento pesado, incluindo carros de combate.
Diplomatas ocidentais esperam que 12 membros do Conselho, incluindo todos os cinco com poder de veto, votem pela resolução. Brasil, Turquia e Líbano devem ser contrários às sanções. O Líbano pode se abster.
Mais cedo nesta terça-feira, na Turquia, o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, afirmou que o acordo nuclear firmado pelo país com mediação de Brasil e Turquia, e reprovado pelos EUA, é uma oportunidade única e não vai voltar a se repetir.
 
* IBGE:crescimento da economia consolida recuperação do país
O crescimento de 9% da economia brasileira no primeiro trimestre de 2010 em relação ao mesmo período de 2009 e de 2,7% na comparação com o quarto trimestre do ano passado consolida a recuperação do país após a crise internacional que teve o auge em 2008.
A avaliação foi feita hoje (8) pela gerente de Contas Trimestrais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Rebeca Palis, durante a divulgação dos dados.
Nas duas bases de comparação, a indústria e os investimentos foram os setores que mais contribuíram para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todas as riquezas produzidas no país.
Em relação ao primeiro trimestre de 2009, a indústria teve alta de 14,6% e a formação bruta de capital fixo, de 26%. As duas taxas representam um resultado recorde da série histórica da pesquisa. Já na comparação com o quarto trimestre do ano passado, a indústria teve expansão de 4,2% e a formação bruta de capital fixo, de 7,4%.
“Essas taxas divulgadas hoje pelo IBGE são resultado de um crescimento lento que começou no segundo trimestre do ano passado e veio se consolidando. Posso afirmar que a economia já voltou aos níveis de produção que havia antes da crise de 2008. Agora, tanto a indústria como os investimentos, que foram os setores mais afetados, tiveram recuperação mais lenta. Mas, agora, no primeiro trimestre deste ano, as taxas de crescimento já atingiram um patamar semelhante ao do período pré-crise”, disse Rebeca Palis.
Ela explicou que, no setor industrial, a indústria de transformação e a construção civil foram as que mais contribuíram para o resultado positivo. Os destaques do crescimento foram a produção interna de máquinas e equipamentos e a indústria automotiva, beneficiada pelos incentivos fiscais. Já a construção civil foi beneficiada pelo aumento de 48,1% do crédito para a habitação e do nível de emprego no setor (9,2%).
Quanto aos investimentos, a gerente de Contas Trimestrais do IBGE disse que a recuperação se deve, além da produção de máquinas e equipamentos, à redução da Selic, a taxa de juros que norteia a economia do país.
“No primeiro trimestre de 2009, a taxa tinha uma variação de 12,5% ao ano e no primeiro trimestre de 2010, a variação recuou para 8,6% ao ano, o que ajudou a atrair novos investimentos”, avaliou.
*Início da fiscalização para o transporte de crianças é adiado
O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) anunciou, ontem, a prorrogação, para o dia 1º de setembro, do início da fiscalização do uso das cadeirinhas para o transporte de crianças. A entrada em vigor da fiscalização estava prevista para hoje, 9. A decisão de prorrogar ocorreu devido à escassez de equipamentos no comércio.
De acordo com o presidente do Contran, Alfredo Peres, o objetivo das regras para o transporte de crianças é educativo. “A intenção não é de multar, mas, sim, de conscientizar os pais e demais condutores sobre a importância e a necessidade do uso dos equipamentos”, disse.
Segundo a norma, as crianças de até 1 ano de idade deverão ser transportadas no equipamento denominado conversível ou bebê conforto, crianças entre 1 e 4 anos, em cadeirinhas, e de 4 a 7 anos e meio, em assentos de elevação. De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro, as crianças até 10 anos devem ser transportadas obrigatoriamente no banco traseiro.
O motorista que for flagrado transportando crianças com menos de 10 anos, de maneira inadequada, será multado em R$ 191,54 (infração gravíssima), somará sete pontos na Carteira Nacional de Habilitação e poderá ter seu veículo recolhido. A penalidade é a prevista no artigo 168 do Código de Trânsito Brasileiro.
Segundo a Organização Mundial da Saúde, a utilização correta da cadeirinha reduz em 70% a possibilidade de morte de um bebê em acidente. "A cadeirinha pode salvar muitas vidas. Sem esse acessório de segurança, em um eventual acidente, a criança pode se chocar contra o painel interno, o banco da frente, ou as portas do veículo e, no pior dos casos, ser arremessada para fora do veículo", explica o diretor técnico do Detran/RS, Ildo Mário Szinvelski. "Por isso, a importância de usar o equipamento adequado para cada faixa etária. Sempre lembrando de verificar o selo do Inmetro na hora da compra”, alerta.
 

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