Voltar

Imprensa

A Carta de Dilma para a Convenção do PT/RS.

28/06/10

 

A carta de Dilma

Foi o ex-governador Olívio Dutra quem leu a carta enviada por Dilma Rousseff a Tarso Genro, na convenção realizada sábado (26) para selar a Unidade Popular pelo Rio Grande.
 
“Meu amigo e companheiro Tarso, nos últimos sete anos e meio nós participamos de um período fundamental na história deste país.
Nós fizemos história.
Sob a liderança do presidente Lula, reconstruímos um país asfixiado pela estagnação, imobilizado pela incompetência, paralisado por uma visão retrógada e reacionária.
Pusemos em prática uma nova proposta. Rompemos com uma tradição de desigualdade e injustiça e demos início à construção de um Brasil mais justo e, por conseguinte, mais democrático.
Provamos que é possível pôr em prática um modelo de desenvolvimento baseado na soberania nacional e no crescimento econômico com distribuição de renda e inclusão social.
Nós demonstramos que é possível fazer melhor, é possível fazer de outro jeito, é possível fazer para todos, especialmente para os trabalhadores, os pobres, os excluídos, as minorias discriminadas.
É possível, e mais do que possível, é absolutamente necessário governar para quem mais precisa.
Lula mostrou ao país inteiro o jeito petista de governar.
E eu me orgulho de ter feito parte desta história, como ministra e amiga do presidente, assim como colega de governo do meu amigo Tarso Genro. Juntos, nós ajudamos a mudar este país para melhor.
Mas nós, que já fizemos tanto, sabemos que ainda há muito por fazer. E sabemos que o povo brasileiro quer que a gente continue fazendo.
O povo tem dito que quer a continuação do projeto iniciado pelo presidente Lula. O povo já compreendeu que eu represento a continuidade desde processo de mudança.
Aqui no Rio Grande do Sul, o povo já percebe que Tarso representa Lula.
E que nós todos – o Partido dos Trabalhadores, Tarso e eu – vamos continuar mudando o Brasil e vamos mudar o Rio Grande do Sul.
O Brasil deve continuar mudando. Continuar, eu costumo dizer, não é repretir. É avançar, fazer mais. Continuar é seguir mudando.
O Brasil e o Rio Grande estarão unidos como nunca neste movimento.
Eu conto com vocês para fazer avançar a obra do presidente Lula. E vocês e o Rio Grande podem contar comigo. Sempre.” Dilma Russeff

A realidade das ruas começa a aparecer: Dilma sobe!!!

22/05/10

 

Os Institutos de Pesquisas começam a aproximar e equalizar as pesquisas para Presidência da República.
O primeiro é o Datafolha, certamente outros virão. Dilma Rousseff, pré-candidata do PT à Presidência, segundo o Instituto atingiu sua melhor marca e está empatada com José Serra (PSDB). Ambos estão com 37%.
O levantamento foi realizado ontem e anteontem com 2.660 entrevistas.
A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. Marina Silva (PV) aparece com 12%. Os que votam em branco, nulo ou em nenhum somam 5%. Indecisos são 9%. Se pegarmos última pesquisa Datafolha, realizada em 15 e 16 de abril veremos que Dilma teve uma alta de sete pontos percentuais;  - de 30% para 37% -. Já o tucano Serra caiu cinco pontos, saindo de 42% para os mesmos 37%.
Essa é a primeira vez que ambos aparecem empatados no Datafolha, que traz outros números positivos para a petista.
Isto sempre aconteceu. Ao verificarmos as pesquisas relacionadas com Lula em suas eleições passadas veremos o mesmo filme. Quando é inevitável o crescimento do candidato que não é de preferência de alguns institutos e da grande mídia em geral o jeito é ir buscando a aproximação para não dar vexame.
Outros números são importantes para fazermos uma leitura do que está acontecendo nesta primeira eleição sem LULA.
Na pesquisa espontânea, quando os entrevistados não são apresentados a uma lista com os nomes dos candidatos, a curva da intenção de voto de Dilma continuou a descrever uma sólida curva ascendente. Ela tinha 8% em dezembro.
Em abril, estava com 13%. Agora, foi a 19% e está isolada em primeiro lugar. José Serra pontuou 14% - ele também vem subindo nesse quesito, mas em ritmo mais lento. Ainda na pesquisa espontânea, há também 5% que dizem ter intenção de votar em Lula , que não pode ser candidato. Outros 3% declarar querer votar no "candidato do Lula".
E 1% respondem "no PT" ou no "candidato do PT". Em tese, portanto, o potencial de voto espontâneo em Dilma pode ser de 28% - os seus 19% e mais outros 9% dos que desejam votar em Lula, em quem ele indicar ou em um nome apresentado pelo PT.
Quando são colocados na lista de candidatos os concorrentes de partidos pequenos, o cenário não se altera muito. Dilma e Serra continuam empatados, cada um com 36%. Marina tem 10%. E dois dos pequenos partidos pontuam: José Maria Eymael (PSDC) e Zé Maria (PSTU). Dilma também colheu bom resultado na rejeição: seu índice caiu de 24% para 20% enquanto o de Serra subiu de 24% para 27%.
Marina também teve um resultado positivo, pois sua rejeição caiu de 20% para 14%. Na projeção de segundo turno, os dois estão tecnicamente empatados: a petista tem 46% contra 45% do tucano. Em abril, Serra aparecia dez pontos à frente da petista nesse quesito, com 50% a 40%.
 
Enfim, a realidade das ruas começa a aparecer. O bom desempenho do Governo e alta popularidade do Presidente Metalúrgico somam pontos para a pré-candidata  que tem o apoio irrestrito de Lula e do PT.
 
O que está acontecendo era o esperado. A aproximação dos números. A tentativa em manter Dilma com percentuais muito abaixo de Serra não prosperou. Agora é equalizar para não perder credibilidade. Afinal, para alguns, perde-se os anéis para não perder os dedos.



Pesquisa IBGE aponta vulnerabilidade nos Serviços prestados as pelos Municipios a Mulheres, Crianças, Jovens e Idosos.

21/05/10

 

 
 
IBGE diz que 98,6% dos municípios declararam possuir serviços socioassistenciais, mas poucos supervisionam e/ou prestam estes serviços a população que necessita.
 
 
Em 2009, os Municípios Brasileiros declararam em 98,6% possuírem algum serviço assistencial a população, porém grupos vulneráveis ainda sofrem com o descaso.
 
As mulheres vítimas de violência doméstica, por exemplo, encontram abrigos institucionais em somente 2,7% das cidades brasileiras. O dado está no suplemento de Assistência Social da Pesquisa de Informações Básicas Municipais  -- Minic 2009 --, realizado pelo IBGE em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome.
 
Segundo o levantamento divulgado nesta sexta-feira (21), apenas 130 municípios possuíam abrigos para mulheres, sendo 88 públicos e 63 conveniados. Outro dado preocupante é que Roraima, Amapá e Distrito Federal não possuíam um único centro para acolher estas mulheres. Mesmo com a ausência do Distrito Federal, a região Centro-Oeste foi a que registrou maior percentual de municípios com abrigos destinados para este fim, seguidos pelo Sudeste. Já no Nordeste, apenas 0,8% dos municípios tinham abrigos para mulheres. A situação do Sul também preocupa.
 
A oferta deste tipo de serviço é bastante desigual de acordo com o tamanho das cidades. O estudo, que apresenta um retrato da política de assistência social nos municípios, aponta a existência de abrigos em 72,5% das cidades com mais de 500 mil habitantes. Já em municípios com até 50 mil habitantes, o índice chegou a ser inferior a 0,6% em 2009.
 
- “É preciso aprovar e regulamentar urgentemente a Lei proposta pelo Presidente Lula de consolidação de conquistas sociais. Fazer com que os Municípios tenham a responsabilidade de atender e colocar em prática conquistas da cidadania. –“ diz Dirceu Lopes (PT/RS).
 
Moradores de rua

A situação dos Moradores de Rua também e muito precária.  Segundo o IBGE, somente 5,2% dos municípios ofereciam serviço de acolhimento para a população que vive na rua. O cenário é ainda mais difícil na região Norte, onde menos de 1% dos municípios tinham este tipo de atendimento, bem como em cidades brasileiras com menos de 50 mil habitantes.
 
Ainda longe de ser ideal, o serviço de acolhimento de crianças e adolescentes era o mais popular e estava presente em 24,5% dos municípios no ano passado. Aquém das necessidades reais desta população segundo os especialistas do setor.
 
Já os idosos de 20,6% das cidades brasileiras contavam com este apoio. De acordo com o IBGE, em 2009 existiam no Brasil 1.063 abrigos para este público, em 711 municípios, sendo que 210 deles funcionavam em São Paulo. Os municípios das regiões Norte e Nordeste foram proporcionalmente os menos expressivos com relação a abrigos para idosos, 5,1% e 5,2%, respectivamente.
 
-“Numa análise mais apurada nos números apresentados observamos que é preciso e urgente fazer com que os Municípios Brasileiros universalizem os serviços de proteção as grupos sociais com vulnerabilidade social.”- assinala Dirceu Lopes (PT/RS).
 
 
 
Entenda o que representa, segundo o Sistema Único de Assistência Social (SUAS), a classificação dos Serviços de Assistência Social no Brasil:
1 De acordo com a organização do Sistema Único de Assistência Social (SUAS), os serviços são classificados como Serviços de Proteção Social Básica (destinam-se às famílias e indivíduos em situações de vulnerabilidade social decorrentes da pobreza, do acesso precário a serviços públicos, ou da fragilização de vínculos afetivos, relacionais e de pertencimento social) ou de Proteção Social Especial (têm como objetivos prover atenções a famílias e indivíduos que já se encontram em situações que caracterizam violações de direitos, tais como a ocorrência de abandono, violência e maus tratos físicos e/ou psíquicos, abuso ou exploração sexual, situação de rua, situação de trabalho infantil, entre outras. Inclui, também, o acompanhamento do cumprimento de medidas socioeducativas por adolescentes).
2 Os Serviços Socioeducativos do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil atualmente se enquadram como Serviços de Convivência e Fortalecimento de Vínculos para crianças e adolescentes entre 6 e 15 anos de idade e, portanto, são classificados como serviços de proteção básica pela Tipificação. Como faziam parte da proteção especial no momento em que a pesquisa foi realizada, optamos por mantê-lo neste nível.
3 Os serviços de apoio e orientação aos indivíduos e famílias vítimas de violência e os de enfrentamento à violência, abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes suas famílias correspondem ao serviço hoje definido como Serviço de Proteção e Atendimento Especializado a Famílias e Indivíduos – PAEFI, que engloba o atendimento às diversas situações de violência e violação de direitos, independente do grupo etário das vítimas.
4 Os serviços de proteção especial de alta complexidade caracterizam-se pela oferta de moradia e alimentação aos seus usuários, assegurando-lhes também o acesso necessário aos demais cuidados e atenções que se façam necessários. A Tipificação classifica os serviços de alta complexidade em: a) Serviços de Acolhimento Institucional destinados a: crianças e adolescentes; idosos; pessoas com deficiência; mulheres e adultos/famílias. Podem ser organizados nas modalidades de abrigo, casa lar, casa de passagem e residência inclusiva; b) Serviço de Acolhimento em República; destinado a Jovens, Adultos em processo de saída das ruas e Idosos; c) Serviço de Acolhimento em Família Acolhedora, destinado a crianças e adolescentes.

Voltar

assessoria@dirceulopes.com

Endereço do Gabinete:

Rua General Neto - 373 - Centro

Rio Grande/RS

Telefone:53 8113 3418

Criação de sites em Pelotas